
"Little boxes on the hillside
Little boxes made of ticky tacky
Little boxes on the hillside
Little boxes all the same
There's a pink one and a green one
And a blue one and a yellow one
And they're all made out of ticky tacky
And they all look just the same"
Malvina Reynolds
"As cores constituem estímulos psicológicos para a sensibilidade humana, influindo no indivíduo, para gostar ou não de algo, para negar ou afirmar, para se abster ou agir. Muitas preferências sobre as cores se baseiam em associações ou experiências agradáveis tidas no passado, e portanto, torna-se difícil mudar a preferência sobre as mesmas" (SANTOS, 2000, p. 10)
O uso da cor está relacionado aos costumes sociais, e a cor está diretamente ligada ao consumo. "Cientificamente, nada comprova a existência de um processo fisiológico que explique o porquê dessa reação física do homem à estimulação de cor" (p. 7), entretanto, podemos notar no dia-a-dia como as cores nos afetam e que agem em nós, apesar de não sabermos exatamente como.
O Marketing então se utilizaria dessas preferências, e dos comportamentos de compra e consumo, para chamar atenção dos clientes potenciais. A empatia (colocar-se no lugar do outro) é uma ferramenta de grande importância para que o marketing funcione.
É interessante como que necessidade e desejo passam a ser vistos tão próximos, e com as chamadas "jogadas de marketing", parece não existir diferença entre um e outro, a necessidade é criada. Os profissionais de publicidade usam de conceitos psicológicos para despertarem o desejo de compra nos consumidores.
A "Psicologia das cores", por mais incongruente que possa parecer, é estudada muito mais por pessoas da área da comunicação do que da Psicologia, que fazem uso dela para vender produtos, imagens, etc. Existe, realmente, um campo científico chamado "Psicologia das cores"? Fica essa pergunta, juntamente com: "qual a posição da Psicologia em relação ao tema?" e "como podemos estudá-lo, utilizá-lo em nossas práticas?"
*Foi particularmente difícil ler e participar do seminário em sala sobre o assunto, por ser extremamente delicado para mim nesse momento da vida, de forma que o estudo do tema foi mais permeado por questões subjetivas do que cognitivas.
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